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CONCURSO REGIONAL DE CARTAZES

Regulamento
v Os trabalhos
apresentados deverão promover, na Região da América Latina e do
Caribe, a Campanha por uma Convenção Interamericana dos Direitos
Sexuais e dos Direitos Reprodutivos tanto no desenho gráfico como
no lema e/ou slogan dos cartazes.
v Este concurso é
aberto a todas as pessoas que queiram participar individual ou
coletivamente, incluindo os criadores e criadoras das agências de
publicidade, bem como os estudantes de comunicação, publicidade,
desenho e arte.
v Será concedido um prêmio de U$ 2.000 e duas
menções de US$ 500.
v Os cartazes poderão ser coloridos ou em preto
e branco e, para efeito de sua apresentação neste concurso, deverá
ser enviada uma cópia impressa em formato A-3.
v Os trabalhos serão INÉDITOS e originais. Serão
assinados com pseudônimo na parte posterior, anexando-se um
envelope fechado com os nomes e datas pessoais do(a) autor(a) ou
autores(as).
v A data limite para recebimento das propostas
será dia 30 de Setembro de 2002 e deverá ser encaminhado
para: CLADEM - Jr. Estados Unidos 1295, departamento 702, Jesús
María, Lima 11 – Perú.
v O júri será composto por Lucy Garrido
(representante uruguaia, editora do Cotidiano Mulher e realizou
diversas campanhas regionais através da mídia), Marisa Godines
(artista gráfica, desenhou para diferentes organizações de
mulheres e de direitos humanos no Peru) e Marisa Sanematzu
(jornalista brasileira, editora do Jornal da Rede Saúde e das
homepages da RedeSaúde e da UNIFEM/Brasil – Cone Sul).
v Os nomes dos vencedores serão publicados antes
do dia 31 de Outubro.
v Os cartazes vencedores ficarão à disposição da
Campanha para a Convenção Interamericana dos Direitos Sexuais e
dos Direitos Reprodutivos, e serão utilizados e publicados no
momento em que esta entender conveniente.
v Qualquer
aspecto não contemplado na presente convocação será decidido pelo
júri e pelas organizadoras do concurso.
Para maiores informações, entre em contato com:
cotidian@cotidianomujer.org.uy ou
com
oficina@cladem.org
AJUDA CRIATIVA: “ISSO NÃO SE DIZ? ISSO
NÃO SE FAZ? ISSO NÃO TOCA?”
Quando os direitos não são claramente explicitados, outras pessoas
podem pretender determinar o que nós podemos dizer, fazer e tocar.
E como isso “não se diz” nossas sociedades não se atrevem a
discutir aberta e democraticamente a sexualidade; como isso “não
se faz” o aborto clandestino provoca doença e morte; como isso
“não toca”, o amor e o prazer são proibidos. A pobreza não é só
material: a repressão sexual e o controle alheio da reprodução
também são campos da miséria humana. Se somos cidadãos e cidadãs e
podemos decidir o destino de nossa nação, não vamos decidir o de
nossos corpos?
A idéia é contribuir para a criação de novas imagens e conceitos,
mais livre e criativa, sobre a sexualidade e sobre a reprodução,
entendidas ambas como distintas dimensões da vida dos seres
humanos.
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